Gigantones e cabeçudos

Nota: Resultado de um trabalho de composição, de foto mais quadra, para uma t-shirt,com inspiração nos Gigantones e Cabeçudos das Festas da Agonia.

 

 

Gigantone e cabeçudo

Assim é o meu amor

Teima e luta contra tudo

Quer na alegria ou na dor.

 

Gigantone é o meu amor

Cabeçudo até mais não

Animado salta e dança

Se te vê meu coração.

 

 

O meu verbo preferido…

Cascatear, é um verbo! Sabiam? Por sinal, o meu verbo preferido.

Cascateando, é o gerúndio do verbo cascatear. Como eu adoro estes gerúndios…!

E a conjugação na primeira pessoa do singular, do presente do indicativo – “eu cascateio”- , não é deliciosa?

É sim! Melhor, mesmo, só o plural: “Nós cascateamos!”.

– Ah, como é bom cascatear, por esse Portugal afora!

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Lugares mágicos!

Quem circula na direção do Norte Interior percebe, a cada quilómetro realizado, o porquê do fascínio que esta zona do país exerce sobre quem a visita. São os lugares, as gentes, a ruralidade, os petiscos, a sensação de poder da Natureza sobre o Homem  e o facto de que toda a vida é organizada em função das condições geográficas e climatéricas, próprias da região. São as mesmas que ajudam a ditar interessantes costumes e tradições. Em cada canto, quando menos se espera, pode aparecer algo diferente e único: um veado, uma ave de rapina, uma árvore que conta histórias, um penedo com forma humana, um pastor que surge do nada, no meio do monte, no mesmo local onde há minutos atrás não se via nada…

As Terras de Barroso, são sem dúvida especiais. As suas tradições e festividades atraem cada vez mais pessoas. Exemplo disso é a comemoração da “Sexta-Feira 13”.

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Que atrevimento!

Estas libélulas atrevidas  pousaram nos meus pés e mãos, sem pedir licença, usando e abusando deles como se fossem um heliporto. Só desculpei, porque além de bonitas, eram simpáticas. Enquanto elas “libelavam”, deu para conversarmos. Eu deixei-as descansar e  disse-lhes  o que andava a fazer por aquelas bandas. Elas retribuíram, com poses elegantes para as minhas fotos, ao mesmo tempo que me contaram segredos e histórias de encantar, sobre os bonitos locais da Ermida.

 

Amor emoldurado…

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Querida avó, Ângela:

Onde quer que tu estejas;

qualquer que seja a ESTRELA que te serve de travesseiro;

e a GALÁXIA onde moras;

quero que saibas que tenho um pedaço de ti,  emoldurado;

que o teu nome, bordado com tanto carinho e desvelo num imaculado lençol de linho,  perdura agora não só no coração e na memória, mas também num lindo quadro, que mora cá em casa.

E sabes uma coisa?

Eu sou capaz de jurar que ele conversa com o bengaleiro, seu vizinho,  que também foi teu e do avó.  Às vezes, ouço-os cochichar.

Querida avó: a tua chama apagou-se cedo demais! Quero que saibas como lamento nunca poder vir a saber qual era o tom do teu cheiro e a cor da tua voz; a que sabiam os teus beijos; que desenhos faziam os teus cabelos; se sorrias como o Sol.

Mas sabes, agora que o teu brilho está mais perto de mim, abençoa-me sempre que chego a casa. E cada vez que abro a porta, enquanto sorris para mim, parece-me cheirar a rosmaninho, o mesmo dos raminhos que guardamos junto com a roupa delicada.

Querida avó, Ângela:

espero que gostes!

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